sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Neve

Desde que me conheço que rogo pragas à minha santa terrinha. A razão prende-se com o simples facto de nunca ter nevado por estas bandas.
Farto de ver nevar em terras alheias andava eu.
Acordar (apesar das dores abumináveis da Sinusite) com uma vista vestida de branco, reconforta a alma e provoca a uma êxtase de menino. Apesar de pouca ela fez o gosto à vista. Ver nevar no sítio que nos viu nascer, crescer, evoluir e maturar é especial. Principalmente porque essa maturação engloba o desejo de ver neve aqui.

Hoje o dia, passado à lareira, foi de um gelo que me comia as pontas dos dedos.
Os antibióticos deixaram-me estudar.
Que esta gama de doenças (que começou com o novo ano) não seja mau presságio.
Ando à espera de começar a tirar excelentes resultados.

Pessoal, ao fim de 20 e tal anos, NEVOU nesta, como eu digo, (afavelmente) excomungada terra.
Eu bem digo, noutra vida fui nobre e vivi num país, civilizado e cheio de neve. Só pode!
;D

Os dias quentes de carinhos,
Luís Gonçalves Ferreira

2 comentários:

  1. Cá também! ...e eu não achei piadinha nenhuma... :(

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  2. é verdade primo.. desde q sou gente q nunca vi nevar cá na terrinha... mas foi giro... a escola até fechou... estava rodeada de neve (alguns que levaram roupa branca para as aulas)...

    enfim...

    mas foi giro... =D

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