domingo, 25 de janeiro de 2009

Philos Sophia

Quem me dera que houvesse definições perfeitas. Pouparíamos o esforço de realização e compreensão. Escusaríamos a gnoses hipotético-dedutivas.

O óbvio desmancha o grande poder de sonhar, de desconhecer, a eterna sabedoria que nos advém do trabalho, da investigação.

O ser humano tem armas poderosíssimas, como o dom de descobrir coisas novas a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo.

Um qualquer homem não é só um homem, mas sim matéria de infinitas partículas e contribuições externas ao seu ser, é um entre muitos outros. Ele cresce por mediação do ser social que, em si, brota.

Não há verdades estanques. Eu não me resigno ao seu aparente ensaio.

Os dogmas abespinham-me. A astúcia, de descobrir as suas falhas, fascina-me.

Na eterna procura,
Luís Gonçalves Ferreira

2 comentários:

  1. Elucida-me:

    Quem é que não gosta(va) de FILOSIFIA???

    :D

    Beijinho!

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  2. Isso! Inquieta-te, interroga, questiona, surpreende-te.
    A ti e aos outros.
    É por te ver crescer, por vos ver crescer (e por, egocentrica e orgulhosamente, saber que fiz parte do teu, do vosso percurso) que todos os dias tenho ânimo para crescer convosco também.
    Muito obrigada.

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