sábado, 17 de janeiro de 2009

Um tempo. Duas vidas.

«O Estranho Caso de Benjamin Button» de David Fincher.
Conheceram-se na infância dela, na velhice dele. Dominava a certeza que, entre um velho e uma criança, nada poderia haver.
Dois relógios fisiológicos, duas evoluções, um amor. Ao amor restou-lhe o tempo da desgraça e do sucesso.
Desde de 1918 volveram 43 anos.
Ela estava 43 anos mais velha, ele 43 anos mais novo.
Tiveram uma filha. Ele abandonou-a, para que a filha crescesse normal. Ele ficou criança, deixou de falar, andar e de se saber comportar. Ela cuidou dele até à morte.
Tudo se revive num quarto de Hospital. Duas vidas são revisitadas, segredos descobertos, recortes colados, páginas e postais enxaguados.
Ela é Daisy, ele Benjamin.

Eu, que não gosto muito deste género de filmes, adorei a história (baseada numa obra de F. Scott Fitzgerald). Em 2:45H (sim, é muito tempo) percorrem-se dramas importantes da História da humanidade (EUA em particular) e da história dos comum dos mortais.
Percebe-se, acima de tudo, que, independentemente do modo como degustamos e encaramos a vida, o fim e o princípio estão sempre lá.

Luís Gonçalves Ferreira

3 comentários:

  1. Eu gostei do dia, da companhia e do filme também!

    :D


    Beijinho!

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  2. Com que então apanhaste-me a chorar baba e ranho?!

    já sabes que eu sou ranhosa :DDD

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  3. Um sábado passado em grande e em óptima companhia...

    Já tinha saudadinhas das nossas saídas!!

    foi bom recordar os velhos tempos

    :)

    bjinho

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