terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Às vezes...

Às vezes...
Às vezes és tudo o que eu não sei explicar.
Às vezes acontece tudo o que não quero.
Às vezes... Bem, às vezes... 
Às vezes perco-me em ti, 
Surdinamente, 
Como quem não pensa, por que 
Dói, fustiga, machuca, rompe e fere. 
Ai, meu amor!
Às vezes queria sussurar-te as minhas sensações, 
Ambições e dúvidas... 
Como queria que... 
Simplesmente largassemos tudo:
Os nossos desejos
E sonhos 
E fossemos subtraindo as inquietações.
Às vezes... 
Às vezes queria nem saber quem sou.
Às vezes...
Nem sei. 

por Luís Gonçalves Ferreira

9 comentários:

  1. Estive aqui ainda ontem, li, reli, ameacei comentar...

    Existe conflito ai? Existe uma vontade não realizada? Ou o que existe é um desabafo à quem se ama com talvez, até, uma declaração de amor? Te confesso que não consegui identificar se o relacionamento já existe ou não, mas me perdoa, ando mais lenta que de costume... rs.

    De certo é que são lindas palavras, e que amar é isso, é querer perto, nos momentos bons, de carinho, e nos momentos ruins, nas dúvidas que o mundo planta na vida da gente. O amor deve ser um porto seguro, um refúgio onde encontramos tranquilidade. Se não for assim, não vale a pena...

    Abraços, Luís!! E se eu disse palavras sem sentido, considere apenas que o teu post é lindíssimo, e que me identifiquei muito com ele!

    Abraços, meu amigo mais que querido.

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  2. Simples e complexo mas, acima de tudo, muito bonito :)

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  3. Muito bom, sim (:
    Beijinhos, Luís *

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  4. Ei, Luís, não sei se você curte esse negócio de selinho, mas... Ganhei um e quis "repartí-lo" com você... Tá no meu blog.

    Abraços!

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  5. Às vezes, por vezes e nada mais...
    Sem censuras, sem falsos-moralismos, sem culpar-se falsamente!


    Muito bom de se ler, muito bom de se saber ;)


    Forte abraço!

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