domingo, 27 de junho de 2010

Carta Aberta

Acreditei, desde o momento em que os nossos destinos se cruzaram, que era para sempre. Como acredito. Como não consigo deixar de acreditar. Fiz tudo o que tinha para fazer. Sinto-me eternamente responsável por aquilo que, em ti, fui capaz de cativar. O tempo agora é teu. Todo o teu. As lágrimas rolam-me estúpidas e quentes. Calaram-se as palavras. Fiquei mudo. O tempo é teu. É nosso. Para sempre. Guardei, eu juro, o melhor de ti, dentro de mim. E não vou tirar. 
Já estava à espera que este momento chegasse. E não consigo deixar de pensar que é melhor assim. Cultivámos sempre a verdade. Plantámos sempre o respeito. E isto é sinónimo do edifício que construímos juntos. 
Amo-te. Para sempre. 

Até já,
Luís Gonçalves Ferreira

2 comentários:

  1. É por essas coisas que quero tatuar um cabide no início da coluna. Acho que és capaz de interpretar isto.

    Beijo, Luís.

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  2. Nada é para sempre... Convem pensar sempre assim. Talvez assim seja possivel viver cada momento com mais intensidade.

    Beijinhos*

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