segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Embrulho, papel e tesoura

Dei-te tudo o que melhor guardei. Ofereci-te poemas encantados em fábulas de oiro. Dei-te contos guardados em caixas de veludo. Prestei-te sentimentos novos, em embrião, para tu desflorares. Arranjei cartas perfumadas, caligrafias melhoradas e todas as carnaválias coisas para te conseguir amar em pleno. Amarrei-te, subjectivamente, no coração com poemas e prosas que te fui, passo a passo, dedicando. 
Não me arrependo de nada. 

Luís Gonçalves Ferreira

2 comentários:

  1. E é isso que faz a diferença: traz e marca a individualidade, a personalidade, tudo o que voltarás a fazer... para quem te vier a merecer.

    Abraço. Gd entrada de pagina :)

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  2. Amar alguém é mais fácil do que deixar de o fazer... Quando após o amor o arrependimento não vinca aquilo que somos, então é porque este valeu a pena ser vivido

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