terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Quietude

Tenho saudades de quando, no calor do tempo, caminhávamos de mãos dadas. Tenho saudades de sentir que as nossas almas eram uma só e que, mesmo por tornado, o castelo ficaria intacto. Lembro-me de como sorria a olhar para ti. Era genuína a forma de te contemplar. Hoje a ferida está aberta por de mais. Tudo me deixa triste, porque a margem de erro diminuiu de tanto ser usada (e abusada). Hoje são como farpas que entram na pele e ferem ainda mais. Não sei até que ponto isto continua viável. Como se a amizade se pudesse avaliar assim... Está tudo fora do sítio e, eu, quieto, continuo à tua espera.

Luís Gonçalves Ferreira

4 comentários:

  1. Oh Luis que texto lindo, não tenho palavras pois eu percebo bem o que escreves-te aqui, já tinha saudades de vir espreitar este teu espacinho.

    Beijinho *

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  2. Passo para deixar os votos interiores de um Natal com Paz, independentemente da concepção aque se tenha dele.

    Com amizade

    Lobinho

    (Como sempre, escreves maravilhosamente...)

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  3. Passo para deixar os votos interiores de um Natal com Paz, independentemente da concepção aque se tenha dele.

    Com amizade

    Lobinho

    (Como sempre, é fabulástico ler-te)

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  4. Luis, nunca abandones essa força tão grande que já a mim me deu tanto alento.

    Um enorme beijinho e já agora um feliz natal :) que no sapatinho tenhas a coragem que precisares para amarrares os teus sonhos até ao fim.

    Francisca.

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