terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Amar-te seria pouco se, aos poucos, deixasse de o fazer.

Amar-te seria pouco se, aos poucos, deixasse de o fazer. Querer-te seria pouco, se, de repente, o corpo fugisse nas nuvens dos sonhos que me colam a ti. Estimar-te seria pouco, meu bem, se, daqui a nada, já não aqui estivesse para o fazer. 
É sempre o melhor que desejo. Para mim como para os outros, porque os outros são parte de mim. A vida é um cortejo de comportamentos egoístas mais ou menos benevolentes. Sinceramente, é esse o encantamento deste jardim existencial. Não é o melhor colado à noção de perfeição, mas o da maximização do sentir... do estar. É uma dádiva imensa, em portefólios de memórias, que, para sempre, nos reconfortam o ego. O ego, meu amor sobrevive dos bons sentimentos que me proporcionas. Mas o ego não me liga ao centrismo que ele costuma ter. Transporta-me, somente, para a necessidade de me munir dos melhores para ser feliz. E tu, sinceramente, és o melhor sucesso que a minha vida conheceu nos últimos tempos.
Há pessoas nos marcam os passos e as memórias e que nos fazem contar o tempo em batimentos vitais. E a esses dedico o melhor de mim: o amor.

Luís Gonçalves Ferreira

1 comentário:

  1. Incrivelmente encantador, que palavras belas que espalham magia por todos os lados mesmo para aqueles que as leem e que as sentem na pele . O amor tem destas coisas que nos deixam assim inspirados e a sentir tudo á flor da pele.

    Beijinho *

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