quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tudo morre enquanto conseguimos ver como morre. É talvez a pior sensação do mundo: a de deixar perecer, aos poucos. E não conseguir controlar nem contrariar esse fim. Há meses tinha escrito precisamente estas linhas, numa outra morte. Não estas, na verdade. Mas umas parecidas. Cara abaixo, ver morrer. Mais um luto que provavelmente vai aparecer. Mais um cortejo que terei que inaugurar. E mais uma página. Bonita página de negra que é. 
"Vem, e o tempo pode afastar nós dois. Não deixe tanta vida para depois. 
Eu só preciso saber como vai você."
Luís Gonçalves Ferreira

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